
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse hoje (18) que não vai tomar sozinho a decisão de editar ato para determinar o fim da emergência sanitária por covid-19, e que ouvirá secretários de Saúde e outros ministérios antes de tomar qualquer atitude.
“Nós rumamos para pôr fim a essa emergência sanitária. É uma prerrogativa do ministro [da Saúde], por meio de um ato, porque assim a lei determina. Mas o ministro não vai tomar essa decisão sozinho, vai tomar essa decisão ouvindo as Secretarias Estaduais de Saúde, outros ministérios, outros Poderes, para que transmitamos segurança a nossa população”, disse Queiroga.
Ontem (17), Queiroga se reuniu com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, para tratar do tema, depois de já ter se encontrado com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para discutir o mesmo assunto.
O ministro vem buscando esclarecer a intenção do governo de iniciar a transição da categoria de pandemia para a de endemia , tipo mais brando de emergência sanitária. A medida está em estudo e foi anunciada no início do mês pelo presidente Jair Bolsonaro.
Nesta sexta-feira (18), Queiroga voltou a avaliar que “a pandemia está sob controle” em muitas partes do país. “Tanto assim que em mais de 16 estados já se flexibilizou o uso da máscara e, dos maiores, inclusive em ambientes fechados. As máscaras são um símbolo da pandemia”, disse.
Ele atribuiu a desaceleração da disseminação do novo coronavírus ao aumento da aplicação de vacinas, que disse terem sido “fundamentais” no controle da doença. “Se não fossem elas, nós não estaríamos na situação que estamos hoje. Estamos com a pandemia em desaceleração franca”, afirmou.
As declarações de Queiroga foram dadas durante uma agenda em Belo Horizonte, onde participou de uma oficina sobre a liberação de recursos do Programa Previne Brasil, que repassa a estados e municípios recursos para a atenção básica à saúde, tendo como base critérios populacionais e também de desempenho.
Ele aproveitou a ocasião para também defender a criação de uma espécie deOpen Health, sistema similar aoOpen Bankingcriado pelo Banco Central, que permite um compartilhamento mais amplo de dados sobre clientes entre as instituições financeiras.
Na visão de Queiroga, a aplicação da mesma lógica ao setor de Saúde permitirá um maior conhecimento sobre o uso do sistema complementar, podendo acarretar em redução de gastos públicos e fraudes.
“Fazer uma plataforma como oOpen Finance, como oOpen Bankinge oOpen Insurance, na Saúde Suplementar pode criar um novo ciclo virtuoso de desenvolvimento. Isso não tem nada a ver com privatização do SUS. Nada. Pelo contrário, vamos conhecer melhor o que acontece com os beneficiários do setor privado que usam o setor público. Quem são aqueles que não fazem ressarcimento ao SUS?”, indagou o ministro.
Mato Grosso do Sul Dia D de doação de sangue no HRMS mobiliza população para reforçar estoques durante inverno e férias escolares
Mato Grosso do Sul Parcerias que salvam vidas: Hemosul homenageia instituições que fortalecem a doação de sangue em MS
Mato Grosso do Sul Governo de MS prorroga incentivo do Programa Horário Estendido Noturno até dezembro de 2026
Mato Grosso do Sul Curso gratuito da SES apoia famílias e profissionais no cuidado à pessoa com síndrome de Down
Mato Grosso do Sul Governo de MS amplia capacidade cirúrgica do HR da Costa Leste com microscópio de alta tecnologia
Bataguassu - MS VALORIZAÇÃO: Agentes comunitários de saúde e de combate às endemias recebem novos kits de trabalho
Bataguassu - MS Mais de 6 mil kits de higiene bucal são entregues a estudantes da rede pública de ensino e alunos da APAE
Mato Grosso do Sul Estratégia Aluno Imunizado alcança adesão de 98,7% dos municípios e aplica mais de 30 mil doses
Mato Grosso do Sul Hemosul promove manhã de solidariedade, humanização e incentivo à doação de sangue Mín. 20° Máx. 36°


