
O vice-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Renato Câmara , participou nesta terça-feira (7) de reunião com a diretoria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/MS), em Campo Grande, e representantes da Associação Sul-Mato-Grossense de Suinocultores (ASUMAS), além de técnicos do SENAR e da Famasul. O encontro discutiu iniciativas voltadas ao fortalecimento da cadeia da suinocultura em Mato Grosso do Sul, no âmbito da Frente Parlamentar da Suinocultura da Assembleia Legislativa.
Entre as propostas debatidas está a possibilidade de realização de um censo da suinocultura sul-mato-grossense. O levantamento poderá mapear o perfil dos produtores, identificar gargalos estruturais e apontar oportunidades de investimentos e geração de empregos.
Segundo Renato Câmara, o uso de dados técnicos pode contribuir para orientar políticas públicas e o crescimento da atividade. “A suinocultura tem potencial econômico importante em Mato Grosso do Sul e pode avançar com planejamento, apoio técnico e segurança para o produtor”, afirmou.
O presidente da ASUMAS, Renato Spera, destacou a importância de um diagnóstico detalhado do setor para orientar decisões estratégicas e ampliar as oportunidades de crescimento da atividade no Estado.
A proposta apresentada pela ASUMAS prevê identificar a localização das granjas, regiões com maior potencial de expansão e desafios relacionados à mão de obra, energia, logística, manutenção especializada e acesso a financiamento.
O deputado destacou que o diagnóstico também poderá contribuir para atrair cooperativas e empresas de estados como Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul interessadas em investir no Estado. Mato Grosso do Sul possui estrutura logística relevante, sanidade reconhecida e presença industrial, como a unidade da Seara Alimentos em Dourados.
Dados do setor indicam que a região da Grande Dourados concentra cerca de 65% do rebanho suíno do Estado. Estimativas apontam ainda que aproximadamente 80% dos suinocultores são pequenos produtores, muitos enfrentando dificuldades para acessar linhas de crédito.
Os custos de implantação também cresceram nos últimos anos. Estruturas de terminação que antes exigiam investimentos próximos de R$ 1,5 milhão podem chegar atualmente a R$ 7 milhões, enquanto unidades voltadas à produção de leitões podem alcançar cerca de R$ 25 milhões.
A expectativa das entidades envolvidas é que os resultados do levantamento possam ser apresentados no Fórum da Suinocultura, previsto para 17 de setembro, com prazo estimado de até quatro meses para a execução do estudo e entrega dos dados pelo menos 20 dias antes do evento.
Renato Câmara reforçou que a articulação política seguirá acelerada para garantir a formalização do projeto e o cumprimento dos prazos. “Estamos unindo Assembleia, entidades técnicas e setor produtivo para transformar a suinocultura em um motor ainda maior de desenvolvimento, renda e oportunidades para Mato Grosso do Sul”, concluiu.
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