
Yeltsin Jacques conquistou o bronze no Campeonato Mundial de Atletismo paralímpico, na segunda-feira (10), em Paris, capital da França. A medalha foi alcançada na prova dos 5.000 metros, na classe T11 (atletas cegos). O sul-mato-grossense é beneficiário do Bolsa Atleta, programa do Governo de Mato Grosso do Sul, coordenado pela Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer) e Setescc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania).
O fundista, natural de Campo Grande, chegou à marca de 15min12s37 para subir ao pódio, que contou com dobradinha brasileira. Isso porque o paulista Júlio César Agripino faturou a medalha de prata, completando a distância em 15min07s21. O japonês Kenya Karasawa ultrapassou os dois brasileiros na reta final da prova e levou o ouro, com o tempo de 15min05s19.
Tanto Yeltsin, quanto Júlio César superam o recorde sul-americano do também brasileiro Odair Santos (15m16s87). “Fiquei um ano e pouco afastado das pistas devido a uma lesão. Fiquei mal, não consegui treinar direito antes do Mundial. Mas hoje voltamos no alto nível. O Brasil demonstrou que tem atletas muito competitivos. Agradeço à minha família e aos meus guias. Pretendo voltar melhor em Paris no ano que vem”, apontou Yeltsin, em entrevista ao CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro). O campo-grandense de 31 anos correu ao lado dos atletas-guia Guilherme Avila e Edelson Ademilson.
Na capital francesa, o atleta de Mato Grosso do Sul volta às pistas para competir nos 1.500 metros, prova em que assegurou medalha de ouro para o Brasil na Paralimpíada de Tóquio-2020, com direito a recorde mundial, chegando à marca de 3m57s60.
O Mundial de Atletismo de Paris é o primeiro após a Paralimpíada de Tóquio-2020 e é considerado o maior evento paralímpico a ocorrer na capital francesa antes dos Jogos Paralímpicos de Paris-2024. Com disputas no Estádio Charlety, a competição teve início em 8 de julho e segue até o dia 17. O Brasil está sendo representado por 54 atletas. De acordo com o CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro), esta é a maior delegação brasileira de atletismo em Mundiais, superando a edição de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em 2019, quando o país convocou 43 atletas.
Lucas Castro, Fundesporte (com informações do CPB)
Foto: Ale Cabral/CPB
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