
O Porto do Itaqui, no Maranhão, é um gigante no coração do Arco Norte do Brasil. O complexo portuário, o maior da América Latina, compreende portos e terminais nos estados do Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Maranhão e Bahia, e oferece rotas mais rápidas para os mercados norte-americano e europeu, quando comparado aos portos do Sul e Sudeste do Brasil. Como principal elo do Corredor Centro-Norte, o porto é essencial para o escoamento de grãos e minérios, impulsionando o crescimento econômico e fortalecendo a integração do Brasil com o mercado global. O #MPorPeloBrasil desembarcou em Itaqui e conheceu de perto a grandiosidade dessa infraestrutura que se destaca como um dos mais importantes do país
Atualmente, o Porto do Itaqui conta com nove berços operacionais, com profundidades que variam de 12 a 19 metros, movimentando diariamente uma enorme variedade de cargas. Em 2024, começou a construção do Berço 98, que deverá ampliar a capacidade de exportação em mais de 8 milhões de toneladas ao ano, elevando o faturamento anual em cerca de 20%, conforme explicou Paulo Ricardo Martins Nunes, assessor do porto.
Com terminais modernos e multimodais (rodovias e ferrovias), além de pátios e armazéns de alta produtividade, Itaqui mantém uma forte conexão com o agronegócio brasileiro. “Cerca de 75% do que movimentamos são granéis sólidos, vegetais e minerais. Importamos fertilizantes da Rússia, Marrocos e China, que alimentam o solo brasileiro, garantindo a produção e exportação dos grãos que alimentam o mundo”, afirmou Paulo Ricardo.
Entre as principais cargas exportadas estão soja, farelo de soja, milho, celulose, cobre, ferro-gusa, sebo bovino e alumínio. Já as importações incluem diesel, gasolina, fertilizantes, clínquer (para a fabricação de cimento) e carvão. Já nas importadas, chegam trigo, arroz, antracito, trilhos, vagões e locomotivas.
Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o Porto do Itaqui é peça fundamental para a logística nacional. "Estamos vendo nossos portos crescerem em números e estrutura, e isso é resultado direto dos investimentos públicos que fortalecem nossa infraestrutura e impulsionam com força total o agronegócio brasileiro”, destacou.
As principais cargas exportadas no Itaqui são: Soja, farelo de soja, milho, celulose, cobre, ferro-gusa, sebo bovino e alumínio. Já as importadas, seguem com diesel, gasolina, fertilizantes, clínquer (fabricação de cimento) e carvão. Em menor volume, trigo, arroz, antracito, trilhos, vagões, locomotivas. Na Cabotagem, combustíveis para veículos e aviação e GNL (gás de cozinha).
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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
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