
Por meio de projetos de extensão realizados em diferentes regiões do país, a Afya, ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, tem aproximado estudantes de Medicina da realidade da profissão desde o início da graduação. O programa conecta teoria e prática ao levar os alunos para atender comunidades ribeirinhas na Amazônia, populações indígenas, pessoas em situação de vulnerabilidade social e até detentas em presídios, fortalecendo competências essenciais para a profissão.
Segundo o médico Itamar Gonçalves, diretor-executivo de Medicina da Afya, os projetos de extensão ampliam a formação ao levar o estudante para além da sala de aula, em contato direto com a comunidade, com as peculiaridades regionais e com desafios reais da profissão. "Essas vivências complementam o aprendizado técnico e fortalecem competências, como empatia, liderança e responsabilidade social, fundamentais para quem deseja exercer a Medicina de forma integral e humanizada", explica.
A metodologia, baseada na integração ensino-serviço e comunidade, foi um critério usado por Allyka Cavalcante Silva, estudante do 5º período da Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itacoatiara, no Amazonas, na hora de escolher onde estudar: "Isso para mim foi essencial. As experiências que tenho vivenciado no interior do Amazonas, eu não teria em outro local. Visitar comunidades, perceber na simplicidade das pessoas que, além de atendimento de saúde, elas querem ser ouvidas, é muito gratificante e me faz entender a importância da profissão que escolhi".
Desde o primeiro período, Allyka já participou de projetos com diferentes públicos, como idosos, povos indígenas e crianças. "Cada pessoa atendida tem contribuído um pouco com a minha formação. A Afya proporciona uma formação que une teoria e prática, nos colocando em contato com situações reais, nas quais podemos aplicar o conhecimento científico de maneira humanizada, colocando o paciente no centro de todo o processo."
Na Afya Unigranrio, no Rio de Janeiro, Rodrigo Rocha Alves, estudante do 7º período, também conta que passou por diferentes experiências nos projetos de extensão, como a de atendimento a detentas no presídio de Bangu. "Projetos como esse têm enriquecido a minha formação. Tive contato com diversos pacientes em comunidades distintas", explica. "Na interação com as detentas, por exemplo, conseguimos aprender muito, pois cada paciente tinha uma queixa diferente, e o volume de atendimento foi muito grande. Além disso, pude me colocar em um lugar que eu jamais imaginaria, com uma população única e estigmatizada."
Para Matheus Fausto, estudante do 4º período da Afya Jaboatão, em Pernambuco, as oportunidades práticas são fundamentais, porque permitem que o aluno se veja de fato como futuro médico desde o início da formação. "É na prática que entendemos as necessidades reais da população e aprendemos a lidar com diferentes contextos sociais e culturais. Esse contato nos prepara para sermos profissionais mais completos, conscientes e capazes de atuar de forma resolutiva no dia a dia da medicina".
No semestre passado, Matheus participou de um projeto que envolveu ações práticas de vacinação e educação em saúde. A iniciativa permitiu o atendimento de 198 alunos de escolas públicas e privadas, além de pais e professores, e resultou na vacinação de 90 crianças e adolescentes contra o HPV. "A prática cria conexões com a teoria, ajuda a fixar o aprendizado e dá motivação para estudar com mais dedicação."
A Afya está com inscrições abertas para o vestibular unificado de Medicina, com ingresso previsto para o 1º semestre de 2026. Com apenas uma inscrição e o pagamento de uma única taxa, é possível concorrer a vagas em até três unidades da instituição, localizadas em diferentes regiões do Brasil. A prova será aplicada em 26 de outubro de 2025, no formato online. As inscriçães seguem até 20 de outubro, exclusivamente pelo site da Afya.
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