
A reunião de desta quinta-feira não foi o primeiro movimento da Secretaria Municipal de Fazenda em direção ao digital. Ainda em dezembro de 2025, a Semfaz lançou a “Doura”, assistente virtual com inteligência artificial acessível pelo WhatsApp, para facilitar a emissão de guias do IPTU. A iniciativa acompanhou a extinção do carnê impresso a partir de 2026, medida que, segundo a secretária Suelen Nunes Venâncio, gerou economia de cerca de R$ 1 milhão por ano. “Somente nos últimos quatro anos foram gastos cerca de R$ 4 milhões do contribuinte com impressão e postagem, dinheiro que poderia ter sido investido na saúde e na educação”, destacou.
O Sistema Eletrônico de Tramitação de Pagamentos apresentado hoje segue essa mesma lógica: menos gasto operacional, mais eficiência e serviço público que funciona sem depender de papel.
A iniciativa se insere em um movimento mais amplo. A Lei Federal nº 14.129/2021, a Lei de Governo Digital, consolidou a digitalização como diretriz da administração pública brasileira. Em março de 2026, mais de 2.650 municípios já integravam a Rede GOV.BR, com presença em todos os estados do país.
Experiências estaduais confirmam o retorno financeiro da mudança. Santa Catarina registrou economia comprovada de cerca de R$ 29 milhões com a digitalização de seus fluxos administrativos. O Ceará projeta R$ 300 milhões de economia em oito anos com seu Projeto Papel Zero. Em Dourados, os números já estão postos. Processo completo, pagamento no prazo, sem papel e sem fila.
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